Deixo o amor fluir para que ele molde meus pensamentos

 

emane o amor

 

 

O amor é verbo,

o amor é movimento.

A natureza do amor é fluir.

Procuro o amor que brota dentro de mim.

Quebro as resistências

e permito que ele flua.

Minha função, como humano, é retransmiti-lo.

Retransmiti-lo para senti-lo vibrar em mim

e me inebriar deste prazer único.

Emano o amor para que ele molde meus pensamentos,

energize meu corpo,

oriente meus comportamentos,

expanda minha consciência,

e desperte minha vocação.

O amor deve fluir,

o que exige de mim coragem e confiança.

 

Regis Mesquita

[Mentalização 28, do blog Caminho Nobre].

 

 

Lista com todas as mentalizações do Blog Caminho Nobre

https://caminhonobre.com.br/mentalizacoes/

 

 

As pessoas olham para fora buscando o amor.

Mas, o amor é uma força que já existe dentro de cada um.

Por imaturidade e falta de confiança nas Leis da natureza, este amor é bloqueado.

O amor é movimento; portanto, para bloqueá-lo é necessário gastar energia e construir pensamentos / sentimentos que justifiquem os conflitos internos que tiram força, sabedoria e prazer do ser humano.

Só há uma forma de bloquear o amor, gerando conflitos internos e externos.

O oposto do bloqueio é o fluir. Este fluir permite a autorrealização da essência de cada um.

O fluir do ipê amarelo gera a produção de flores amarelas. No ser humano o amor arrasta consigo as vocações e potenciais de cada um.

O amor é uma força que gera ação, concretização e realização.

O amor é a “máquina do Eu Sou”, quanto mais livre ele flui, mais ele dirige a vida da pessoa moldando-a de acordo com todos os conteúdos que existem em seu interior.

Pleno de amor, a pessoa que tem vocação para pintar se sentirá motivada para a pintura. Porque tudo que está em potência dentro da pessoa é dinamizada pelo amor.

O amor é motivador, ele gera prazer, energiza o corpo e estimula a mente. Com ele é mais fácil agir.

O amor que flui vem carregado de sabedorias. As escolhas não ficam limitadas ao conteúdo do próprio ego. Quando o amor flui existe uma somatória do conteúdo do ego com a sabedoria  que o amor carrega. O que aumenta a possibilidade de comportamentos e decisões mais eficientes.

O amor que flui gera muito prazer. Ao contrário do amor que se fixa, que pode gerar dúvidas, medos e outros sofrimentos. O amor que flui, por ser sábio, está sempre se adaptando e pulsando sobre a realidade total da vida da pessoa. Ela ama mais do que uma pessoa. Ela ama a vida, ama a tudo, porque o amar passa a ser o jeito desta pessoa viver.

Tendo no amor tantos benefícios, cabe ao ser humano deixá-lo fluir, retransmiti-lo.

Todavia, é necessário coragem, disciplina e confiança. O obstáculo mais difícil a ser superado é a confiança. Para o amor fluir é necessário que a pessoa abandone a ilusão de ter pleno controle sobre sua vida. O amor leva ao desconhecido o que gera sensação de desproteção. E o ser humano age como uma criança traumatizada que valoriza antes de tudo a proteção. Quando o amor aparece, trazendo a desproteção, o ser humano constrói muitos pensamentos e crenças que lhe afastam do fluir do amor.

Coragem e confiança são necessárias para abrir mão dos conflitos internos e das ideias pouco evoluídas. O prêmio é um grande prazer de fluir junto com o amor e ser abençoado por sabedorias e aprendizados evolutivos rápidos.

 

O ser humano é capaz de bloquear o fluir do amor. Mas, a energia sempre vibrará; portanto, sempre fluirá. O amor será substituído por quaisquer outros sentimentos ou sensações. Pode ser rancor, raiva, ansiedade, desejos, tristeza, alegria e outros.

 

 

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A vida da árvore, por ser “instintiva”, é um fluir. Ela retira da terra o que precisa.

À medida que ela se realiza enquanto árvore, ela entra em oferta. Ela cresce e seus galhos servem de pouso e abrigo para os pássaros.  Suas folhas são levadas para os formigueiros e seus frutos alimentam muitos animais.

A árvore não luta contra sua natureza; ela não tem esta opção. Ela não julga quem está comendo seus frutos, não critica a conduta dos pássaros e insetos que ficam juntos à ela. Ela deixa a vida fluir captando seus nutrientes e gerando folhas, frutos e galhos que são úteis para ela e para os outros.

Esta fluidez permite com que a árvore não gaste sua energia para sustentar bloqueios, como o humano é capaz de fazer. O menor esforço que a árvore pode fazer é realizar sua natureza. Se ela pudesse impedir a fluidez da sua natureza (para não dar frutos para um animal que ela considera ruim, por exemplo) ela teria que gastar grande parte de seus nutrientes e esforços para bloquear a si mesma. Nela teria que se autossabotar, judiar de si mesma, porque só desta forma poderia evitar sua frutificação.

A árvore flui, porque esta é a forma mais fácil dela viver bem e se realizar. O fluir garante o benefício do viver bem.

 

 

transforme em amor

 

 

Para refletir:

 

 

Vida é energia. Energia flui continuamente.

O ser humano é energia, ele vibra continuamente.

Ele pode vibrar baseado nas mais belas qualidades ou nos mais terríveis defeitos.

Todavia, jamais será capaz de bloquear o fluir de sua energia.

Se houver amor vibrará amor, se houver rancor vibrará a energia do rancor.

O ser humano é um conversor da energia que chega até ele.

Ele agrega características à estas energias.

Ao vibrar energias mais densas ficará mais cansado e “pesado”.

Ao vibrar energias mais sutis, mais nobres (energias “purificadas” pelo carinho, por exemplo) ele sentirá mais leve, cheio de força, em paz.

Possui melhor qualidade de vida para quem escolhe o que é mais importante para a vida do espírito.

Toda a natureza foi projetada para incentivar e recompensar quem escolhe o Caminho Nobre.

 

Regis Mesquita

Texto baseado nas ideias do livro Nascer Várias Vezes

 

Leia a introdução ao livro Nascer Várias Vezes

http://www.nascervariasvezes.com/p/introducao-do-livro.html

 

 

 

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 favoritos

Pablo Neruda, o poeta, explica os dois caminhos da vida e do amor

 

Mesmo nos momentos de grandes sofrimentos cuide-se com carinho e preserve as boas lembranças.

 

 
Por Regis Mesquita

 

Pablo Neruda, poeta chileno, prêmio Nobel de Literatura, usou sua escrita como arma para a conscientização das pessoas.

 

Entre seus milhares de versos está este:

 

“É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar, esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram”.

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