Tudo o que não provém do espírito é sempre pequeno

 

Elimine suas preocupações cotidianas para que o espírito se manifeste.

 

 

Por Regis Mesquita

 

A imaturidade e a falta de sabedoria são duas grandes causas de sofrimentos.

 

Se falta sabedoria, a mente cria sofrimentos aonde poderia haver paz, alegria e satisfação.

 

Por exemplo: um adolescente pode se trancar no quarto e sofrer durante horas ou dias por causa de uma espinha no rosto. Décadas depois ele dirá: “como fui bobo por sofrer por algo tão pequeno!”

 

O que mudou? O problema passou, a pessoa amadureceu e percebeu que criou muito sofrimento para si mesmo.

 

Esta é a vida do ser humano. À medida que desenvolve sabedoria, ele descobre que criou e continua a criar sofrimentos para si mesmo.

 

A imaturidade transforma o ser humano em um masoquista que fica fazendo discurso sobre qualidade de vida e prazer.

 

 

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Cinco motivos para você aprender a parar seus pensamentos

 

Aprenda a parar seus pensamentos para sair do stress e da ansiedade

 

 

1) Viva descansado

 

O cérebro possui apenas 2% da massa corporal. Mesmo assim consome mais de 20% da energia diária que uma pessoa dispende.
 

O cérebro gera reações em todas as partes do corpo. Basta lembrar as vezes que você ficou triste e chorou. Ou das vezes que, ao rir, mexeu seus braços  e mudou suas expressões faciais. Ou o quanto sua mente e seu corpo ficaram tensos frente a uma situação de risco. Tudo significa dispêndio de energia.
 

Mas, o que realmente cansa as pessoas é que os pensamentos, quando desencadeados em sequência (1), geram muito stress. Mais

Simplicidade e humildade geram o bom senso

 

A evolução do espírito é tornar fácil o que antes era difícil

 

 

Simplicidade e humildade geram o bom senso.

 

Simplicidade e humildade geram objetividade.

 

Simplicidade e humildade livram a mente da poluição de pensamentos repetitivos.

 

Simplicidade e humildade facilitam a intuição.

 

Tomo a decisão de acreditar na simplicidade. Mais

Vídeo: como largar o vício de pensar

Este é mais um vídeo interessante de Eckhart Tolle.

 

 

 

Outro vídeo do mesmo autor: O poder do agora. Meditação contemplativa.
https://caminhonobre.com.br/2011/07/14/video-o-poder-do-agora-meditacao-contemplativa/

Para entender um pouco melhor a importância destas paradas do pensamento do ponto de vista espiritual sugiro este texto:

 

Para evoluir é necessário reencontrar a autenticidade do próprio espírito
http://www.nascervariasvezes.com/2011/09/regressao-e-o-reencontro-com.html

 

 

Uma breve explicação psicológica sobre o tema: nosso cérebro funciona ligando os pensamentos. Quando você, por exemplo, encontra um amigo de infância, várias lembranças começam a aflorar. Uma lembrança ajuda outra lembrança e assim por diante. Este padrão no qual um pensamento desencadeia o seguinte que é considerado pelo autor do vídeo como um vício.

Se você ficar o dia inteiro andando de um lado para o outro ficará cansado, esgotado. É exatamente isto que você faz com sua mente. Por isto, pessoas que pouco fazem ficam tão cansadas – a mente está a mil. Isto gera muito stress negativo.

Quebrar a cadeia sequencial de pensamentos, mesmo que seja por poucos segundos, gera descanso e satisfação. Ajuda a gerar paz interior.

 

 

Somos nós que construímos nosso sofrimento.

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Leia também:

 

Lista com todas as mentalizações do Blog Caminho Nobre https://caminhonobre.com.br/mentalizacoes/

 

Estimulando a Felicidade https://caminhonobre.com.br/2013/04/24/estimulando-a-felicidade/

 

Gerando boas vibrações para dinamizar a vida https://caminhonobre.com.br/2012/03/01/boas-vibracoes/

 

Corrigir erros, método certeiro para fortalecer a mente e ampliar a consciência https://caminhonobre.com.br/2011/12/18/corrigir-erros/

 

Lei da Oferta e exercícios para se desidentificar do ego https://caminhonobre.com.br/2011/07/02/lei-da-oferta-e-exercicios-para-se-desidentificar-do-ego/

 

O lugar das perdas em uma vida boa https://caminhonobre.com.br/2011/05/24/o-lugar-das-perdas-em-uma-vida-boa/

 

Vergonha – como superar este sentimento quase inútil no adulto? (o fator mínimo) https://caminhonobre.com.br/2011/04/29/vergonha-como-superar-este-sentimento-quase-inutil-no-adulto-o-fator-minimo/

 

O Ego precisa de certezas https://caminhonobre.com.br/2010/05/12/o-ego-precisa-de-certezas/

 

 

 

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A única venda que este blog indica são os livros do seu autor, Regis Mesquita. Todavia, entendo que o WordPress, que hospeda gratuitamente este blog, tem que ter seus próprios meios de sobrevivência.

 

 

Estimulando a Felicidade

 

Sintonize sua felicidade. Estimule-a e viva melhor.

 

 

Regis Mesquita

 

 

Felicidade não é um sentimento. Os sentimentos podem estar presentes na felicidade,  principalmente a alegria. Nela cabem até sentimentos como o medo e a tristeza.  Porque a felicidade é um “estado de espírito”. Um “estado de espírito” é  uma vivência interna que se mantém no tempo e pode persistir mesmo que existam oscilações momentâneas.

 

Traduzindo: a felicidade se mantém mesmo que a uma pessoa esteja sob a mira de um revolver. Naquele momento ela terá medo, angústia e insegurança. Tão logo passe a situação traumática, o que se impõe em sua mente é o estado de espírito da felicidade.

 

Esta característica da felicidade existe porque a mente humana consegue produzir sentimentos, sensações e percepções que permanecem e independem da realidade externa.

 

Para simplificar a explicação peço que você leia os escritos da figura inicial deste artigo.

 

A pessoa diz: “eu quero felicidade”. Eu é o ego. Quero é desejo. Felicidade é um estado mental.

 

A felicidade é um estado que sempre existe dentro das pessoas. Em algumas pessoas é grande e em outras, pequeno. Ela pode ser cultivada e estimulada. Mas, que fique claro, é um estado da mente que já existe dentro da pessoa. Por isto, algumas pessoas dizem que você tem que se sintonizar com a felicidade.

 

O ego pode ajudar a criar condições que facilitem este sintonizar. Através da razão, da lógica, da organização, do planejamento, o ego pode criar condições de vida eficientes que favoreçam a percepção dos conteúdos internos da mente. É “dentro” da mente que são produzidos a felicidade e outros estados mentais. Um exemplo da importância do ego: imagine um agricultor que semeia a terra fora da época correta. Talvez passe fome e desenvolva culpa por ver os filhos sofrendo. Tudo isto conturbará sua mente, dificultando a percepção da sua realidade interna mais básica.

 

O menino que não sabe ser feliz (desejos criando sofrimentos)

Pessoas que sofrem por causa da mente reativa

Eu estava no paraíso e não sabia

 

Apesar da felicidade ser um estado interno, é mais fácil de ser estimulada e sintonizada quando existem melhores condições. O ego, portanto, pode ser facilitador desta conquista. Ou pode ser um dificultador. O ego passa a atrapalhar quando se torna tão dominante que as pessoas têm pouco contato com os conteúdos internos que brotam da mente. Neste caso, a vida fica tremendamente limitada e sem rumo. Boa parte do rumo que o ser humano deve dar à sua vida está presente na sua mente, pois foi planejado e organizado no plano espiritual. Este planejamento aparece sob a forma de sensações, interesses, vocações, intuições, sentimentos e outros,  que brotam do “fundo da alma”. Não precisam ser estimulados, brotam “sem muito porque e nem motivo” (na realidade há o porquê e o motivo, mas a pessoa o ignora). Observação: se você estimular estes conteúdos e estados mentais, eles ficam mais presentes e firmes.

 

Resumindo: o ego tem um importante papel, que é ajudar a ter vida eficiente, organizada e planejada.

 

A função do ego é prática. Ele permite, por exemplo, que a pessoa aprenda matemática muito bem. Ao estudar matemática, a pessoa abre mão de estudar história grega (por exemplo). O ego é um redutor. Para funcionar, ele precisa reduzir. Para reduzir ele gera tensão e exclusão. Pessoas muito ligadas ao ego são pessoas que tendem a ter muito stress e muita tensão. Isto é o oposto da felicidade que é expansão, desapego e fluidez. Um dos segredos para manter a sintonia com a felicidade é tirar a dominância do ego (ele deve ser forte para cumprir seu papel e humilde para se submeter à mente total).

 

Pode-se aprender e treinar o ego para deixar de ser dominante. Pode-se superar os traumas, as dúvidas e as inseguranças que ajudam a tornar o ego dominante. Há muito que fazer para “colocar o ego em seu devido lugar”.

 

Na figura existe uma segunda complicação: o desejo – “eu quero”.  Para que serve o desejo? O desejo é uma projeção no futuro, uma motivação para a ação. É uma grande conquista humana, quando usado com muita precaução. Um adolescente pode dizer: quero ser advogado. Com este desejo, ele orientará suas ações para atingir este objetivo. O problema começa quando as pessoas tornam-se máquinas que não param de desejar. Isto conturba a mente e dificulta a percepção da realidade interna. Também cria problemas, gera perda de energia, angústia, complicações, desavenças, etc. Outro problema é que o desejo constante desfoca a pessoa do presente. Torna mais difícil dar intensidade à vida e praticamente impossibilita o usufruto do que existe e do que se é. Estas condições, que o desejo constante atrapalha, são grandes facilitadoras da sintonização com a felicidade.

 

Resumindo: o desejo deve ser pouco, eventual e bem direcionado.

 

Na figura, após colocar o ego no seu lugar e se desligar do desejo, sobra a felicidade. Na realidade, este é o começo do desenvolvimento pessoal para conquistar uma mente clara que permita manter a felicidade mesmo em situações negativas.

 

Entrar no estado de espírito de felicidade não depende de fatores externos, apesar de ser muito melhor se os fatores externos forem melhores. Observe esta situação vivida por muitas pessoas: se uma pessoa ama outra e não é correspondida, ela pode não sofrer ou sofrer menos se desenvolveu a serenidade e o desapego. Conquistar estas qualidades é muito mais fácil quando se está longe da dominância do ego e não há desejos múltiplos conturbando a mente. A felicidade é, portanto, uma “plataforma” em cima da qual qualidades nobres podem ser desenvolvidas com mais facilidade. Todos nascem para evoluir.

 

A evolução pode ser algo simples, como o fluir de um rio em uma planície. Ou um ato muito complexo, como um rio cheio de corredeiras e perigos (sofrimentos). Quem está excessivamente apegado ao ego terá que sofrer para desenvolver as qualidades mais nobres da vida (o sofrimento serve para quebrar momentaneamente a dominância do ego). O ego é fundamental na conquista de algumas habilidades como, por exemplo, a disciplina. Por outro lado, ele é péssimo para gerar desapego ou benevolência. Qualidades mais nobres são melhor desenvolvidas quando são usados outros recursos da mente que vão além do ego. O sofrimento, ao quebrar as barreiras do ego, facilita a emersão (temporária) de conteúdos internos sutis e nobres que a mente produz constantemente.

 

A felicidade, e não só a felicidade, é produzida dentro da nossa mente. Podemos desenvolvê-la, podemos estimulá-la, podemos aprender a sintonizar com ela. Tirar a dominância do ego e desestimular os desejos são dois recursos muito importantes para atingir este estado de espírito. Além destes recursos existem outros. Aqui no blog Caminho Nobre você encontra dezenas de dicas e técnicas para estimular sua mente.

 

A vida de cada um pode ser mais bela, saudável e evoluída quando sintonizada com o estado de espírito chamado felicidade. Viver é uma arte, viver com sensibilidade para o que emana do nosso interior é mais importante ainda. Grande parte das pessoas desenvolve sensibilidade para o que é negativo. Enquanto isto, as experiências mais nobres ficam isoladas e desvitalizadas em algum canto da mente.

 

Por fim, quem tem depressão sabe muito bem que a mente produz estados mentais “sem motivo” externo. Ela também produz felicidade e outros tantos estados mentais.

 

 

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Aprendendo a viver a vida – o homem que descobriu seu caminho para a vida plena

A felicidade é conseqüência do poder interno e não do sucesso externo

 

 

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 Você merece saber que pode mudar e acabar com seu sofrimento.

 

 

 

 

Mutualismo e humildade: 100 trilhões de bactérias vivendo no nosso corpo

 

Colaboração é a base da vida. Saiba porque.

 

 
Por Regis Mesquita

 

O jornal norte-americano The New York Times publicou a seguinte notícia:

 

“Durante anos as bactérias foram vistas como vilãs e tidas como responsáveis por infecções e doenças. Ou seja, algo que se deveria evitar a todo custo.

 

Mas agora, sob o olhar mais detalhado de pesquisadores, bactérias ganharam um papel de destaque que vai muito além da saúde e da doença. Os 100 trilhões de bactérias benignas que habitam o corpo humano desempenham um papel vital na vida das pessoas.

 

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Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

 

 

Por Regis Mesquita

 

Suponhamos que você esteja em um “beco sem saída”. Pensa, pensa e não encontra solução. Está na hora de inovar, fazer algo que você nunca fez. Está na hora de arriscar.

 

Observe: quando existe uma grande insatisfação é comum buscar o diferente, buscar a primeira vez. A vida está tão ruim que é necessário focar em algo novo para manter a esperança de que algo possa melhorar.

 

E quando a pessoa está plenamente satisfeita? Ela larga o que é bom e lhe satisfaz? Ela busca o novo e abandona o que é bom?

 

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Para a consciência seguir a lógica do espírito é preciso treinamento

 

Teu progresso espiritual te trará bem estar

 

 

Por Regis Mesquita

 

O ego tem uma lógica, o espírito tem outra. A maior parte das pessoas tem dificuldade de entender a lógica do espírito porque usa a lógica do ego nesta avaliação, o que é inadequado.

 

Frases de Jesus, como dar a outra face caso seja vítima de violência (veja aqui), parecem coisa de masoquista, se forem avaliadas pela lógica do ego. Mas, a lógica do espírito sabe que é de grande sabedoria e somente os que se fortalecerem conseguirão colocá-la em prática.

 

A diferença começa com o fato do ego sempre precisar se sentir no controle. Esta necessidade é tão forte, que costumeiramente (para ter a sensação de controle) o ego prefere se iludir, se enganar, criar falsas crenças.

 

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