Autossabotagem: Fernando Pessoa descreve como a autossabotagem dirige a vida da imensa maioria das pessoas

 

 

 

Por Regis Mesquita

 

Os poetas são fantásticos, conseguem tornar claro o que é confuso. Ao ler o poema “Em Linha Reta” de Fernando Pessoa as pessoas tem a oportunidade de pensar: eu estou fazendo isto comigo? Qual o preço que pago por esta escolha?

 

Poucos irão identificar como autossabotagem o que é descrito no poema. Mas, o preço que pagam por esta atitude é sabotar a própria qualidade de vida.

 

É difícil encontrar alguém que diz explicitamente: eu me autossaboto. Uma das características da autossabotagem é fazer a pessoa acreditar (mesmo que momentaneamente) que está levando vantagem ao agir contra si mesma.

 

Leia o poema “Em Linha Reta”, depois explico melhor:

 

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

 

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

 

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos.

 

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

 

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos – mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza”.

 

O poeta diz: “todos os meus conhecidos tem sido campeões em tudo”. O que faz uma pessoa normal querer ser o que não é? A insatisfação consigo mesmo. Portanto, o passo número um do auto-sabotador é se desmerecer.

 

Este desmerecimento é efetivado pensando mal de si mesmo ou se esforçando para se tornar pior. A característica mais comum da autossabotagem é o esforço para ficar pior ou, pelo menos, não melhorar. (A pessoa pode se sabotar em todas as áreas da vida ou apenas em algumas áreas.)

 

Exemplo: a imensa maioria dos estudantes de inglês estuda durante anos e o resultado final é saber pouco. O esforço despendido erroneamente faz com que o sujeito consiga no máximo saber mais ou menos. Ou seja, torna-se um semi-analfabeto em inglês. Muito esforço, pouco usufruto e pouca satisfação pessoal.

 

O que sobra? Sobra se esforçar ao máximo para criar uma máscara que esconda a pouca eficiência e a pouca satisfação.

 

Quem não aceita o que é dificilmente consegue APROVEITAR do que é. Muito esforço para fingir ser o que não é e muito esforço para bloquear o que se é.

 

Não é atoa que as pessoas reclamam tanto de cansaço, falta de motivação, falta de tempo e energia.

 

Frases que autossabotadores adoram: “a vida é uma montanha que temos que esforçar muito para subi-la”. “Sua hora vai chegar”. “Quem acredita sempre alcança”. “O importante é o pensamento positivo”.  “Sinta-se poderosa”.

 

O poeta diz: “Arre, estou farto de semi-deuses”! Depois de se sabotar, todos querem compensação. Criam ilusões, e mais ilusões. Querem ser semi-deuses capazes de tudo, menos de serem eles mesmos, serem sinceros, verdadeiros, espontâneos…

 

Jesus alertava contra a hipocrisia, pois pregava que existia uma fonte que nunca secava. Esta fonte brota de dentro de nós, mas para isto é necessário SER O QUE SER É e VALORIZAR O QUE JÁ CONQUISTOU – o que é igual a ser humilde e espontâneo. Ele disse que deveríamos voltar a ser como as criancinhas: sinceras, verdadeiras, reais, espontâneas. Este é o caminho que Jesus nos ensinou para permitir que o Fluxo de Deus emane através do nosso ser.

 

Para que aja esta emanação do Fluxo de Deus a pessoa precisa ter coragem para ser ela mesma, procurar ser melhor se aceitando, sem máscaras e sem mentiras.

 

A maior de todas as sabotagens é não se aceitar. Imagine um pé de jabuticaba que não aceita produzir jabuticaba e quer produzir acerola. Pense no esforço, na confusão e na insatisfação. É lógico que o resultado será ruim. Este pé de jabuticaba, destroçado internamente, criará milhões de ilusões para esconder o fato de que se derrotou, se sabotou e está insatisfeito. Esta é a origem dos semi-deuses a que se refere o poema.

 

O poeta diz: “Podem ter sido traídos, mas ridículos nunca”. Perdem a vida, perdem a paz, perdem a satisfação, perdem a energia, perdem oportunidades, mas NÃO PERDEM A POSE.

 

Se perderem a pose o “tombo é grande”. Preferem ser neuróticos, depressivos, irritadiços, insatisfeitos, mas não perdem a pose.

 

Passam a vida cansados, mas não se libertam da maldita imagem que é sua “cachaça diária”.

 

A maioria se torna ineficiente, invejosa, mal humorada, sem boa vontade. A vida é um peso que torna as segundas-feiras pesadas, as terças, quartas e quintas tediosas. Na sexta-feira vem o alívio do martírio, pois no final da tarde chega o descanso e o relaxamento de quem ficou nada satisfeito. O sujeito ainda se acha espertão, pois vai relaxar um pouco. Depois de se “chicotear” por cinco dias e cinco noites, vai tomar uma cervejinha. É o descanso do lutador, que não se cansa de se nocautear.

 

São tolos que desperdiçam e destroem o que são e transformam sua vida em algo menor e pior: uma vida de máscaras.

 

O que eles são não é pouco, se bem usado. Mas, eles preferem se sabotar…

 

Te garanto que a cervejinha desceria muito mais gostosa se estas pessoas tivessem cultivado a boa vontade, a eficiência, a satisfação com o que são e abandonado as máscaras. Estariam leves e cheios de energia a semana inteira e aproveitariam muito mais o final de semana.

 

Ser verdadeiro é uma fonte inesgotável de satisfação. Abandonar as máscaras, ser o que se é, aproveitar suas potencialidades, usufruir as oportunidades, tudo isto gera uma vida boa.

 

É simples, é a jabuticabeira produzir jabuticaba, quem estuda inglês aprender inglês super bem, quem tropeça dar risada, e dizer NÃO quando as outras pessoas disserem (direta ou indiretamente): te aceito só se você for do jeito que eu quero.

 

O poeta arremata: “nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes”. Quanto esforço para serem só isso! Poderiam ser mais, poderiam ser eles mesmos e desenvolver seus próprios potenciais. Poderiam permitir que o Fluxo de Deus flua livremente energizando-o e proporcionando ótimas experiências.

 

O blog Caminho Nobre te convida para estudar os textos que disponibiliza e sair da mente confusa / reativa e chegar à Mente Neutra.

 

Autor: Regis Mesquita

 

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Sem batalhas não há fortaleza. A maturidade é fruto de muitas feridas. Frei Inácio Larranga

 

 

 

Leia também:

 

A arte de aumentar o próprio sofrimento

 

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A verdade, a realidade e o amor. A essência de uma comunicação realmente positiva

 

Desenvolva seus potenciais para ser mais e não precisar da mentira

 

 

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36 Comentários (+adicionar seu?)

  1. Camila
    nov 21, 2011 @ 22:50:39

    Eu sigo meu caminho passando sempre por aqui, tentando seguir assim, um caminho mais nobre!
    Obrigada pela grande diferença que está fazendo em minha vida! E com certeza, na vida de muitas outras pessoas!

    Responder

  2. regismesquita
    nov 22, 2011 @ 11:54:03

    Camila,
    Eu é que agradeço plea oportunidade de ser útil.

    Obrigado!

    Regis Mesquita

    Responder

  3. Simone de Oliveira
    dez 20, 2011 @ 19:08:38

    Excelente texto. Muito Grata

    Responder

  4. Laura
    fev 14, 2012 @ 12:26:35

    Incrível este texto!!!! Estou pensando muito ultimamente neste conceito de sabotagem, e também, no cuidado de si, proposto por Focault. Fiquei encantada com a sua escrita leve e fluida,principalmente por ser um tema tão complexo.
    Parabéns e grata pelas palavras-cura.

    Responder

  5. Laura
    fev 14, 2012 @ 12:27:40

    Incrível este texto!!!! Estou pensando muito ultimamente neste conceito de sabotagem, e também, no cuidado de si, proposto por *Foucault. Fiquei encantada com a sua escrita leve e fluida,principalmente por ser um tema tão complexo.
    Parabéns e grata pelas palavras-cura.

    Responder

  6. Marili
    mar 21, 2012 @ 01:41:39

    Excelente texto, ainda estou a ruminando…muito obrigada

    Responder

  7. Diana
    maio 16, 2012 @ 01:02:23

    Boas ideias! Tem sido minha mola propulsora ultimamente a intenção de parar de tentar ser o que eu ou os outros acham que eu devo ser. Mas não é fácil, pois os ideais de sucesso já estão tão introjetados na gente, que é difícil até saber o que queremos realmente ser/fazer. Eu acrescentaria no teu texto apenas que, em vez de estudar inglês, caso não seja sua praia, estude, espanhol, russo, pintura ou qualquer outra coisa que te empolgue. Sem empolgação, sem olho brilhando, não há sucesso prazeroso. É menos vida que pulsa, menos felicidade.

    Responder

  8. Walter Variz Junior
    maio 26, 2012 @ 13:10:28

    Estou iniciando nesta área e encontrando muitas respostas, que são pouco difundidas, minha educadora nesta nova caminhada é a Dr Ludmila, acredito que demorará um tempo mas persiguirei insesantemente para conter minha
    auto destruição. O texto é excelente vou ler e reler várias vezes, para me auto
    controlar.

    Responder

  9. Giovani
    jul 27, 2012 @ 19:25:18

    Cara, era o que eu precisava entender! eu me auto-saboto e por isso vivo infeliz, seu texto traz muita ajuda. obrigado.

    Responder

  10. Trackback: A felicidade do homem de mente clara e o infeliz de mente reativa « Caminho Nobre
  11. Ellane
    jan 06, 2013 @ 20:03:51

    Convite aceito! Mal consigo desgrudar do blog 🙂 Sua linguagem é simples e acessível, consegue tocar o leitor com a forma serena com que explana os mais variados temas. Vejo que há respostas simples para as coisas da vida… Que bom encontrar espaços como este! O blog é muito edificante e esclarecedor. Parabéns por este espaço e obrigada por tanto compartilhar!

    Responder

    • regismesquita
      jan 07, 2013 @ 23:32:01

      Ellane,

      a ideia do blog é esta mesma: trazer para o cotidiano questões práticas e relevantes para a evolução da consciência e do espírito.
      Se puder, ajude a divulgá-lo. Ficarei agradecido.
      Abraço,

      Regis Mesquita

      Responder

  12. Ellane Cavalcante
    jan 27, 2013 @ 21:53:07

    Caro Regis, não divulgá-lo parece mais difícil rsrs 😉 Há sempre um link sob medida para confortar/orientar alguém. Sem dúvida é um conteúdo que merece ser multiplicado. Nós é que ficamos gratos!

    Responder

  13. Trackback: Corrigir erros, método certeiro para fortalecer a mente e ampliar a consciência | Caminho Nobre
  14. Trackback: Desocupe sua mente e tenha paz | Caminho Nobre
  15. Solange da Silva Olivier
    out 16, 2013 @ 01:08:53

    Texto maravilhoso, não canso de ler, no afã de aprimorar auto conhecimento , evoluir como ser humano. Sou grata e feliz por o “Caminho Nobre” cruzar o meu Caminho. Suas palavras são um verdadeiro bálsamo pra o meu espírito . Bj

    Responder

  16. Daiane
    nov 22, 2013 @ 12:56:44

    Descobri seu blog agora e estou adorando! Há muito venho pensando exatamente nisso: auto sabotagem, pois é exatamente o que eu tenho feito comigo mesma. Dinheiro que vai e não volta, tempo que vai e não volta e oportunidades que vão e também podem não voltar – pessoas então, nem se fala… E a vida continua no mesmo lugar. Obrigada pelos esclarecimentos, são palavras que eu esperava ler há muito tempo.Em busca da mente clara…

    Responder

  17. Bel Monteiro
    mar 26, 2014 @ 12:08:38

    Parabéns ao poeta e ao Caminho Nobre, excelente reflexão pra todos nós!
    Que Deus nos ilumine sempre!

    Responder

  18. Mauricio Resende
    dez 01, 2014 @ 17:56:00

    Faço minhas as palavras da Camila
    Obrigado ao autor destes textos maravilhosos, que certamente são feitos através de muito estudo e inspiração divina, e pela grande diferença que está fazendo em minha vida! E com certeza, na vida de muitas outras pessoas!
    Tive acesso a este site e também aos de Psicologia Racional e Espaço integração a menos de um mês e todos os textos tem feito muito bem para minha vida.

    Responder

  19. Renata
    jan 15, 2015 @ 13:45:43

    Regis- me desculpe, mas discordo da sua interpretação sobre o poema. Na minha visão, o poema tem muito a ver com a questão tão atual de que a vida é uma festa, todos são super felizes ( Facebook que não me deixa mentir). O que o Fernando Pessoa quis dizer é que todos temos defeitos, não há semi-deuses, e vender esta falsa imagem leva o mundo ao engano, ao erro, a valorização do que é inútil, a traçarmos objetivos pessoais que realmente não queremos, mas o Facebook (um exemplo apenas), nos obriga a querer: mostras nossas viagens, nossas festas, nossas conquistas… mas não nossas fragilidades e dúvidas sobre o mundo, não podemos ser loosers sem sofrer o preconceito dos semi-deuses maravilhosos que todos fingem ser…e muitos acreditam e sofrer por também não serem… (Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?)

    Responder

    • regismesquita
      jan 15, 2015 @ 16:36:39

      Renata,
      obrigado pelo comentário. Te convido a reler o texto. Ler os textos do blog Caminho Nobre por três vezes é uma ótima medida para o estudo produtivo.

      Observe estas frases do texto: “A maior de todas as sabotagens é não se aceitar”.
      “Passam a vida cansados, mas não se libertam da maldita imagem que é sua “cachaça diária”.”
      “O poeta arremata: “nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes”. Quanto esforço para serem só isso! Poderiam ser mais, poderiam ser eles mesmos e desenvolver seus próprios potenciais. Poderiam permitir que o Fluxo de Deus flua livremente energizando-o e proporcionando ótimas experiências.”

      Renata, você é sempre bem vinda.

      Responder

  20. Sandra
    abr 14, 2015 @ 10:19:59

    Gratidão pelo texto, perfeito!

    Responder

    • regismesquita
      abr 15, 2015 @ 10:56:59

      Obrigado! Os textos do blog Caminho Nobre são feitos para serem estudados. Para melhor aproveitar os ensinamentos procure lê-los três vezes. É desta forma que os ensinamentos ficarão fixados em sua mente.

      Responder

  21. Antonio Araújo
    jul 22, 2015 @ 14:19:12

    Regis, há uma sequência indicada de leitura dos textos para tirar melhor proveito dos temas abordados?
    obrigado.

    Responder

    • regismesquita
      jul 29, 2015 @ 12:45:00

      Toni,
      não, não tem.
      Já pensei em uma sequência, mas nunca cheguei a nenhuma conclusão.
      O que peço é que as pessoas leiam várias vezes cada texto escolhido. Isto é de extrema importância.
      Uma dica é entender alguns conceitos: fator mínimo, mente clara ou mente reativa.
      Estou à sua disposição.

      att,

      Regis Mesquita

      Responder

  22. Cicero Bento
    dez 07, 2015 @ 11:24:03

    Eu interpreto (vejo ou percebo do meu nível de consciência) da seguinte forma, fantasiamos ser semideuses, mas não queremos(medo, insegurança preguiça) aprender pelo conhecimento adequado, e pela correta ação a nos fazermos semideuses. Daí vamos nos sentir pequenos, porque projetamos com o desejo ou o pensamento algo nobre nos elevamos e sentimos a força suprema por segundos, daí voltamos a nosso real nível de humanos, sentimos um medo paralisador de subir os degraus da evolução, ir além…

    Até encontramos como no teu blog por teu nível de consciência o conhecimento adequado do caminho, mas no meu caso, paro me dou desculpas (injeções paralisantes) e prossigo me enganando, me tolhendo…
    Mas ao menos a reflexão que fiz de mim honesta-mente, foi muito construtiva e preciosa…

    Regis Mesquita, gratidão pelo chacoalhão interior, é importante que saiba que eu cheguei no site através da intuição, eu pesquisei no Google o tema: “egoísmo positivo”, encontrei teu artigo e achei brilhante, para meu ponto escuro da mente.

    Responder

    • regismesquita
      jan 04, 2016 @ 09:44:05

      Cícero,

      obrigado pelo elogio. Nós, humanos, por ainda não termos amadurecido o suficiente gostamos de megalomania. Perdemos o melhor, as práticas que levam à evolução e amadurecimento.
      Venha estudar os textos do Blog. Seja bem vindo.

      Responder

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