Desocupe sua mente e tenha paz

 

consumismo

Regis Mesquita

O ser humano não consegue manter na consciência, ao mesmo tempo, um grande conjunto de informações.

Ele privilegia algumas informações e despreza outras. Este é o motivo pelo qual a maior parte das pessoas, quando estão procurando o número de uma casa, abaixa o som do rádio do carro. Aparentemente uma coisa não tem nada a ver com a outra. Mas, é assim que o cérebro funciona, ele precisa  “liberar” espaço na mente para a consciência se focar mais intensamente na procura do número.

Se o som de rádio pode ocupar espaço precioso da consciência, o que dizer dos pensamentos/sentimentos que impregnam a mente durante dias, meses ou anos.

Estes pensamentos podem dominar a mente e tornar as pessoas viciadas nas sensações e sentimentos que eles propiciam. Isto faz com que elas se interessem e mantenham na consciência as informações que justificam os pensamentos dominantes em suas mentes. Uma pessoa com ideias fixa em violência precisará de informações relacionadas a este tema; ele precisa deste conteúdo para manter seus pensamentos, sensações e sentimentos focados no tema violência. É um vício que faz com que ele despreze as outras informações e se mantenha fortemente relacionado a estas.

As informações desprezadas são de vários tipos. Aqui no Blog Caminho Nobre existe uma preocupação especial com as informações que são emanadas pelo espírito e que não conseguem espaço para influenciar de modo mais relevante a consciência.

A mentalização abaixo está relacionada à necessidade de desocupar a mente para que as informações do espírito possam ter maior presença na vida da pessoa.

 

 

 

Comece com um questionamento:

“O que mais ocupou a minha mente até este momento do meu dia?”

Observe os temas que ocuparam sua mente. Talvez você não perceba outra forma de agir e pensar. Agora é a hora de ter CONFIANÇA de que você não precisa destes pensamentos te controlando.

 

 

“Eu confio!

Confio que posso ficar sem me ocupar com estes pensamentos.

Eu confio! Mesmo que seja difícil confiar.

Me desligo destes pensamentos e respiro fundo e lentamente.

Eu confio, por isto não penso em nada.

Eu me entrego para o esforço de parar todo pensamento.

Não substituirei por nenhum outro pensamento.

Deixarei vir o vazio. Confio que é ele que me desligará destas preocupações.

Agora entendo que sou viciado nestes pensamentos.

Procurarei minha paz aceitando criar o vazio.

Por isto, decido parar estes pensamentos todas as vezes que eles vierem.

Eu confio que o vazio é curador.

Vou produzir a paz dentro de mim, vou parar estes pensamentos”

 

 

Regis Mesquita

 

[Mentalização 27, do blog Caminho Nobre].

 

 

A confiança é fundamental para atingir o nível mais profundo de desapego das preocupações.

Quando você tenta criar o vazio, paralisa os pensamentos, sua mente tenta boicotar esta paralisia de várias formas. Lembre que sua mente está viciada nestes pensamentos. Ela lutará para manter tudo igual.

Tenha perseverança e mantenha esta mentalização por meses, até que a sua mente se acostume com o prazer de entrar no vazio.

Não tente substituir um pensamento por outros. No início pode ser bom, mas depois inviabilizará as transformações mais importantes. Mantenha-se firme na criação de um vazio.

 

A ideia é gerar paz e menos tensão.  Conquiste a serenidade e clareza mental não permitindo que sua mente fique tagarelando.

Lembre: o vazio passará a ocupar uma parte do seu dia. Junto virá a clareza mental, que você usará para superar desafios. Também haverá espaço para o cultivo de pensamentos e sentimentos nobres; pensamentos de gratidão, por exemplo.

 

 

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Imagem:

 

Um pensamento se liga no outro pensamento, que se liga ao outro e assim por diante. É uma corrente com muitos elos. Existem várias destas correntes funcionando na sua mente, o tempo inteiro. Colocar em evidência as correntes de pensamento mais nobres e positivas não basta. É necessário criar um estado mental que permita com que a maioria destas correntes quebre a sua continuidade.

A imagem é o abismo. Os pensamentos se ligam compulsivamente até que caem num “abismo” e não conseguem mais se ligar na nada. De tanto cair no abismo (vazio), estas sequências de pensamentos ficam cada vez mais fracas ou desaparecem.

 

 

Para refletir:

 

Os bons recursos que desenvolvemos em uma encarnação podem ser utilizados ou não em outra encarnação.

 

Se forem estimulados, far-se-ão presentes, influenciando as ideias, as intuições, os sentimentos e as sensações. Estes recursos são bloqueados quando as escolhas pessoais não os estimulam.

 

Prepare-se para oferecer ao seu espírito bons estímulos. Bons estímulos dinamizam as memórias que estão em sintonia; ou seja, que também são boas e positivas.

 

Pensamentos baseados nos ensinamentos do livro Nascer Várias Vezes

 

(O texto acima foi originalmente divulgado na página Nascer Várias Vezes – Facebook)

 

 

 

Leia também:

 

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Auto-sabotagem: Fernando Pessoa descreve como a auto-sabotagem dirige a vida da imensa maioria das pessoas

 

 

 

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Aceitação: tempo para aprender com as situações da vida

 

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A menina tinha medo de inseto e borboleta. Um dos últimos lugares em que ela entraria tranquila seria em um borboletário. Mas, foi exatamente isto o que ela fez. Ela não sabia que haveria centenas de borboletas soltas, voando ao seu redor. Por isto, quando ela se deu conta da proximidade, já era tarde.

 

O medo e a insegurança roubaram dela todas as memórias agradáveis do passeio e transformaram seus momentos em pura tensão. Normalmente, ela sairia correndo com o “coração a mil”. Naquele dia foi diferente.

 

Havia uma situação nova: estar dentro de um borboletário. Existia uma situação antiga: medo de borboleta. A situação nova estava sendo destruída pela antiga. As pessoas agem assim a maior parte do tempo. Elas usam aprendizados e condicionamentos antigos para se distanciarem do presente. Distância: ela estava feliz e alegre com o passeio; com o medo, ela esqueceu esta parte de sua vida e focou somente o medo e o desejo de fugir.

 

Atenção: as pessoas estão muito acostumadas a usarem parte da sua mente para se distanciarem da situação nova que é o presente. É um processo de autoboicote. Elas nem percebem o que fazem; apenas deixam com que o passado destrua parte do presente.

 

Os novos aprendizados surgem das experiências do presente. É através das novas situações que podemos superar medos, traumas, ideias erradas ou incompletas, inseguranças, etc. Ao viver plenamente o presente, sem permitir que o passado o destrua, pode-se ter outras experiências e as superações das dificuldades. Foi isso que a criança fez no dia em que entrou no borboletário.

 

Viver o presente significa, entre outras coisas, viver a contradição de nossa mente. A menina queria sair correndo, mas resolveu ficar. Ela ficou, mesmo sentindo medo e insegurança. Ao mesmo tempo, ela se focou em outro objetivo: “vou ficar aqui para aprender”. Dentro dela existiam duas polaridades fortes (medo/fugir e ficar/aprender). Poderiam ser três lados ou mais. O presente é assim: sempre estimula vários lados de nossa mente ao mesmo tempo.

 

Em nossa mente sempre existem vários lados. Um “lado” quer emagrecer, mas outro quer comer. Um é preguiçoso e o outro quer fazer exercício. A mente é contraditória e confusa. Quando há o “viver no presente” estes lados se expressam ao mesmo tempo na mente.

 

Observação: a transformação positiva da mente PRECISA que a pessoa “viva no presente” para que estes VÁRIOS lados possam se expressar AO MESMO TEMPO na mente. Este processo é profundamente transformador.

 

Esta foi a escolha da criança. Ela aceitou sentir medo. Ela aceitou ter a experiência de ficar dentro do local focando na beleza das borboletas, no voo delas e no risco que sua mente lhe dizia que existia. Ela focou a realidade / presente. Ao focar, vários lados da sua mente apareceram (o medo, o encanto com a beleza, a vontade de estar ali, entre outros).

 

A todo momento perguntava para o pai: “elas não vão me machucar, não é?” O apoio do pai foi fundamental. Com seu estímulo ela se manteve vivendo no presente. (Observe que nesta situação o passado faz parte do presente, mas não o domina e nem destrói.)

 

É importante afirmar que em nenhum momento ela se refugiou em pensamentos. Nem nos negativos e nem nos positivos. Os dois são ruins, dificultam viver no presente. O pai poderia ter dito algo “motivador” e enganador: “você é forte e poderosa, nada vai te vencer”. Por um momento ela fugiria da realidade e ficaria aliviada. Mas, logo a autoenganação perderia sua força. Mentir e iludir não são boas soluções. Mentir e iludir impede que os vários lados da mente se manifestem simultaneamente.

 

O pai disse: “sinta o medo, mas também veja a beleza delas”. Disse também: “observe como o medo te dificulta ver o que é belo e legal”. O pai simplesmente transformava em palavras o que estava acontecendo no momento.

 

 

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Viver no presente transforma a mente das pessoas.

 

A aceitação é a base para a transformação. É a aceitação que permite focar no presente para que todos os lados da mente possam se expressar. Eu aceito que tenho medo, aceito que as borboletas são lindas, aceito que quero viver o medo e apreciar as borboletas, aceito que é assim que posso aprender algo, aceito que é assim que fortaleço minha mente, aceito que posso viver tudo isto AO MESMO TEMPO.

 

Viver a contradição que há dentro da nossa mente é importantíssimo para facilitar a transformação interior e a superação de traumas, condicionamentos e outros fatores limitantes.

 

A aceitação é uma forma de ampliar a experiência da vida. Foi o que a menina fez: ela manteve o medo e também a experiência de observar as borboletas. Fez duas coisas ao invés de uma: fugir. E o principal: aprendeu com a experiência vivida.

 

O objetivo da vida é a evolução. Para evoluir é necessário aprender e experimentar – isto acontece mais intensamente quando vivemos plenamente no presente. Uma das perguntas que você deve se fazer é: quais são meus desafios interiores para viver esta situação? Fugir não ensina nada. Ficar pode ensinar. A garota escolheu a possibilidade de aprender algo. Ela escolheu o melhor para ela e para sua evolução.

 

 

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Se ela saísse correndo, em 10 segundos poderia ter deixado o local. Com a aceitação ela teve mais de 10 minutos para ficar observando e interagindo com as borboletas. A aceitação significa mais tempo para aprender.

 

Exemplo real:

Um pai descobriu que a filha estava grávida. Viveu ao mesmo tempo a raiva, a tristeza e o amor. O neto nasceu e ele ajudou a criá-lo. Décadas depois o neto era um dos seus grandes amigos e orgulho. A aceitação da situação inicial permitiu que eles tivessem tempo para viverem juntos e assim o avô superou suas emoções iniciais.

 

Um pai cujo filho era homossexual disse que jamais aceitaria e que lutaria para tirá-lo desta situação. Ele confundia aceitar com concordar ou desistir do filho. Aceitar não é concordar e nem abandonar. Aceitar é viver a realidade de modo completo. O filho era homossexual, o pai sofria por não gostar desta opção sexual; ao mesmo tempo amava o filho, era seu amigo, tinha orgulho dele em outras áreas da vida. Aceitar é igual a dizer que o pai não precisava destruir tudo por causa da sexualidade. E foi o que aconteceu: ele continuou não gostando da opção sexual e voltou a conviver próximo do filho. Quanto mais o amava e era amigo do filho mais lhe doía a escolha do filho. Pai e filho tiveram mais tempo para processar as experiências da vida. Mas, o carinho entre eles foi recuperado.

 

 

A maior força transformadora da vida: aproveitar e valorizar tudo de bom que existe dentro de você. Livro A Espiritualidade no dia a dia

 

 

Aceitação é uma postura interior que pode ser comparada com um silêncio. Uma das suas qualidades está descrita no conto abaixo.

 

Perguntaram a um sábio: “cite uma das mais importantes habilidades que você desenvolveu para alcançar a felicidade”.

 

Ele respondeu: “antes de cada atitude eu silencio minha mente. Nestes momentos de silêncio interior, eu esqueço toda a lógica que me obrigava a tomar aquela atitude. Quando retorno é comum descobrir que nada do que iria fazer tinha real importância ou me faria bem.”

 

O sábio ensinou que não podemos ficar escravos de nossas cadeias de pensamentos e sentimentos. Nossas imaturidades, condicionamentos, vícios e má avaliações nos levam a construir uma vida com muito menos satisfação, eficiência e realização.

 

A aceitação é como este silêncio interior. Aos poucos, as cadeias de pensamentos e sentimentos vão se enfraquecendo, permitindo a transformação da pessoa. O começo do processo é viver todos os “lados da mente”, o final é o enfraquecimento deles e a transformação pessoal.

 

Depois de 10 minutos observando as borboletas e conversando com seu pai, a menina começou a expressar outras áreas da mente. Ela ficou encantada, interessada, motivada, energizada; eram sintomas de suas mudanças interiores. Ela não seria mais a mesma. Ela aprendeu a gerar o novo dentro dela. Este modelo existe para todos; permitir que da contradição apareça o novo e o aprendizado. Junto do aprendizado vem a mudança que emana do interior de cada um.

 

Este modelo de transformação deve ser usado por todos. Te convido a usá-lo sempre que você tiver um desafio na sua vida. Treine nos desafios pequenos para ser mais fácil usá-lo nos grandes desafios.

 

Aproveite as dicas do texto, use-as para praticar. A prática é o mais importante.

 

A aceitação da realidade é o início. É o tempo necessário para que tudo possa se transformar e o aprendizado chegar.

 

Autor: Regis Mesquita

 

 

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Enfim, tudo o que você precisa para desenvolver sua espiritualidade no dia a dia.

 

 

Dica de estudo:

 

os textos do blog Caminho Nobre devem ser lidos pelo menos quatro vezes.

Mais vale ler várias vezes um texto, do que ler rapidamente vários textos.

O aprendizado e o entendimento acontecem à medida que você estuda e memoriza os ensinamentos.

Depois, pratique-os com perseverança.

 

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Leia também:

 

Eu sou diferente! Histórias e decisões de quem pratica o Caminho Nobre

 

O cego que enxergava

 

O que somos muda nosso cérebro 

 

Para a mente humana não existe o passado, somente o presente

 

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez

 

Lista com todas as mentalizações do blog Caminho Nobre 

 

 

O pior da crise é passar por ela e não aprender nada. Regis Mesquita

 

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A felicidade do homem de mente clara (mente neutra) e o infeliz de mente reativa

 

Nem o pior dos teus inimigos pode causar-lhe tantos danos quanto você mesmo. Buda

 

 

Uma história real:

 

Estava o homem de mente clara (HMC) com seu carro pela rua da cidade. Na sua frente seguia o homem de mente reativa (HR). Os dois sequer podiam imaginar que no cruzamento seguinte seus carros quase trombariam. O HR entrou à direita, mas desistiu e bruscamente virou a direção para voltar para a avenida de onde vinha. O indeciso HR quase trombou no carro do HMC.

 

Mais

A paixão se transformando em amor

 

Deixe fluir tudo de bom que há em você

 

 

Uma mulher conta, com muita tristeza, o que está acontecendo em seu casamento.  Houve um tempo em que ela enxergava o marido como um super homem. Agora percebe que ele é tão inseguro quanto ela. Ela via muitas qualidades nele,  agora entende que seu parceiro é um homem comum.

 

Ela descreve com precisão um dos processos mais bonitos da vida a dois: a paixão acaba, para dar lugar ao amor.

 
Mais

Focar o presente e a simplicidade para amplificar a satisfação

 

 

 

Por Regis Mesquita

 

São nos momentos mais simples da vida que encontramos bons exemplos para explicar grandes verdades.

O sujeito foi tomar um café especial; um café caro e saboroso que raramente se dispunha a pagar o preço.

Naquele dia ele resolveu pagar caro e sentou para tomar o café especial. Sua mente, a mente reativa, estava condicionada a fugir da realidade para as fantasias e se fixar nos desejos e nos problemas. Basicamente, sua mente não estava presente enquanto ele tomava o café.

Com a mente focando outro lugar que não o ato de tomar o café, ele praticamente não sentia o gosto do café.

Essa pobreza mental continuou até a metade do copo de café. Nesse momento algo aconteceu que o tirou da fantasia mental e o trouxe de volta para a realidade do café caro que havia escolhido tomar. Mais

Um bom exemplo da diferença entre a mente reativa e a mente clara

 

Se você me conheceu no passado, não me conhece mais. Estou cada dia melhor.

 

 

Por Regis Mesquita

 

A mente da maior parte dos brasileiros está condicionada, quando o assunto é política. Quando ouvem a palavra “político” imediatamente pensam em corrupção, safadezas e outros adjetivos negativos. São muitas as informações negativas sobre a classe política. Existe, portanto, bons indícios para ter desconfiança de qualquer político. Desta forma, as crenças são formadas e são reforçadas.

 

Mas, mesmo com o histórico negativo, existe um momento em que estas crenças devem ser questionadas e não podem dominar a mente da pessoa. É o momento da realidade.  Observe este caso: o que acontece quando os brasileiros recebem a informação de que o patrimônio de um deputado aumentou 270%, em 4 anos?

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