A verdade é a melhor forma de ser delicado

 

O sábio esquece os insultos da mesma maneira que os ingratos esquecem os benefícios.

 

 

Por Regis Mesquita

 

Um mundo evoluído é composto por pessoas que possuem muito o que ofertar e ofertam intensamente. Ou seja, elas se permitem estabelecer trocas, visando compartilhar o conhecimento e gerar ajuda mútua.

 

Se você quer ser uma boa pessoa deve desenvolver habilidades, sabedorias e qualidades. O ser humano é ação, portanto serão estas habilidades, sabedorias e qualidades que poderá ofertar. Se um amigo não consegue aprender matemática e você sabe a matéria, poderá ofertar seu conhecimento. Ele será beneficiado e você também.

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Serei um aproveitador de tudo que há em mim

 

Qualidade de vida é evoluir do difícil para o fácil, e do complexo para o simples. Mentalização 17 do blog Caminho Nobre

 

 

“A realidade sempre esteve presente.

 

Mesmo que dela não desfrute

 

ela está presente e à disposição.

 

Decido não mais desperdiçá-la
 
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Autossabotagem: Fernando Pessoa descreve como a autossabotagem dirige a vida da imensa maioria das pessoas

 

 

 

Por Regis Mesquita

 

Os poetas são fantásticos, conseguem tornar claro o que é confuso. Ao ler o poema “Em Linha Reta” de Fernando Pessoa as pessoas tem a oportunidade de pensar: eu estou fazendo isto comigo? Qual o preço que pago por esta escolha?

 

Poucos irão identificar como autossabotagem o que é descrito no poema. Mas, o preço que pagam por esta atitude é sabotar a própria qualidade de vida.

 

É difícil encontrar alguém que diz explicitamente: eu me autossaboto. Uma das características da autossabotagem é fazer a pessoa acreditar (mesmo que momentaneamente) que está levando vantagem ao agir contra si mesma.

 

Leia o poema “Em Linha Reta”, depois explico melhor:

 

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

 

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

 

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…

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Não há nada neutro em minha vida

 

Tudo em mim tem valor.

 

 

“Toda vez que respiro, eu planto.

 

Toda vez que penso, eu planto.

 

Toda vez que sinto, eu planto.

 

Planto e colho o que sou.

 

Toda vez que decido, eu planto.

 

Toda vez que escolho, eu planto.

 

Todo o tempo eu planto e colho o que sou.

 
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Sou o responsável pela minha vida

 

Deixe de ser vítima. É você quem deve cuidar para que sua vida fique melhor

 

 

“Sou o responsável pela minha vida.

 

Eu aproveito as oportunidades que tenho.

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Vergonha – como superar este sentimento quase inútil no adulto? (o fator mínimo)

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Regis Mesquita

 

 

A vergonha é muito importante na infância, ela é fundamental para o amadurecimento da personalidade. Este sentimento obriga a criança a direcionar sua atenção para o meio social, pois nesta idade é importantíssimo aprender e se adaptar às regras sociais.

Vergonha, inicialmente, é vergonha dos outros, do que os outros vão pensar ou falar. Vergonha do julgamento dos outros. É uma relação entre o eu e os outros. Quando os valores sociais já estão aprendidos e “dentro” da pessoa (introjetados), a vergonha também será de si mesmo. Portanto, a vergonha serve, na infância, para estimular a adaptação aos valores sociais. Um garoto chegou para o pai e pediu uma nova mochila. A dele era do homem aranha, o que estava fazendo-o passar vergonha, pois o homem aranha era considerado um personagem de criancinhas e ele queria demarcar que já era pré-adolescente. A vergonha tornou mais forte o sentimento de inadequação do personagem com a nova identidade que ele queria criar. É como se ele dissesse: morro de vergonha de alguém me julgar uma criancinha. Esta vergonha o estimulava a ter comportamentos e interesses diferentes, para se adequar ao que socialmente se espera de um pré-adolescente. Mais

Sou um espírito e devo fazer boas escolhas para o espírito

 

Mentalização 7

 

 

“Eu sou um espírito, possuo um corpo provisório.

 

Com esta certeza, escolho o que é importante para meu espírito.

 

Meu compromisso é: não usarei de desculpas para me desviar da bondade e da verdade.

 
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