Eu sou diferente! Histórias e decisões de quem pratica o Caminho Nobre

 

 

Mente Neutra é a mente que traz a paz em meio à tempestade

 

 

Eu sou diferente, pensou ele enquanto alguns amigos insistiam para que bebesse um copo de cerveja.

 

“Eu sou diferente deles e vou continuar sendo. Meu caminho é outro.”

 

Ele persistiu em sua decisão: “vou me divertir muito sem colocar nada de álcool em minha boca.”

 

Ele havia mudado, seus amigos não. Ele estava buscando o equilíbrio em suas ações. Como? Agregando novos objetivos e desenvolvendo novas qualidades.

 

Entenda: ele bebia muito, se divertia muito e no outro dia não conseguia fazer nada. Agora ele diverte muito e no outro dia está ativo para fazer outras coisas. Abriu mão da bebida.

 

Para não beber teve que desenvolver disciplina e perseverança.

 

Ele aumentou seu contato ativo (realmente participativo) com sua família. Ele decidiu: “meus pais estão vivos, é agora que tenho que curti-los”. Ele curtia a balada, curtia os pais, curtia sem beber, curtia muito mais a vida.

 

 

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Neste momento eu tenho o suficiente para ser feliz?

 

Seja feliz sintonizando-se com o que há de melhor em você.

 

 
“Se você prestar atenção em você e ter como prioridade utilizar todos os grandes recursos que você possui, sua vida ganhará força, ação e superação de obstáculos”.  Regis Mesquita

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A manhã sagrada: reorganize-se para criar um espaço sagrado de disciplina e satisfação

 

 

Manhã sagrada: uma hora para quem tem disciplina para cuidar de si e viver mais satisfeito.

 

 

É extremamente difícil escrever sobre rotina de vida. Pessoas são diferentes e suas necessidades são muito diversas.

Há, porém, muito em comum pelo fato de viverem em uma mesma cultura. Portanto, tudo que é descrito abaixo serve para todos, basta ser flexível e adaptar à sua situação.

 

  • Acorde uma hora mais cedo. Durma uma hora mais cedo.

 

O objetivo maior é: tenha uma hora de “vazio” todas as manhãs.

É um treino necessário para todos. Viver lentamente, sem permitir que sua mente seja contaminada por pensamentos, inquietações e tudo que você fará ou se preocupará durante o dia.

Não busque notícias, nem se ligue à redes sociais ou e-mails. Esteja focado em ficar no vazio. Lento. Sem buscar qualquer outra motivação que não seja se perceber.

No início será difícil. Mas, com toda certeza, este momento se tornará o mais feliz do seu dia.

Desenvolver a sensibilidade é desenvolver a intuição. Também é desenvolver a capacidade de perceber e manter o que é mais nobre em você.

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É a privação que garante equilíbrio para minha vida

 

A privação mantém o equilíbrio da minha vida. Autocontrole.

 

 

Antes de praticar a “mentalização 29” do blog Caminho Nobre te convido a refletir com a estória de duas irmãs, Maria e Joana.

 

Maria queria aparecer diante de Deus, por isto fazia o que Deus valoriza.

 

Joana queria aparecer para todas as pessoas, por isto fazia o que as pessoas valorizam.
 
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O paradigma da montanha russa explica o porquê da sua pouca satisfação com a vida

 

montanha russa

 

Todos os anos dezenas de milhões de pessoas buscam prazer brincando na “montanha russa”.

Quanto mais radical, mais emoção. Como se dá esta emoção?

A pessoa entra na montanha russa e tem medo.

O medo provoca uma descarga de adrenalina que produz vários sintomas físicos e mentais.

Entre os sintomas mentais estão (preste atenção, porque voltaremos a eles no final do texto):

Focalização da mente (ela fica com a atenção totalmente focada na situação) Mais

O primeiro passo para mudar a realidade é mudar você mesmo

 

respire fundo e comece a mudar sua própria vida

Regis Mesquita

 

Uma mulher rezou durante anos para seu marido alcoólatra mudar. Sua fé foi tão grande que somente desistiu depois de 20 anos.

 

“Que Deus é este que permite o sofrimento de quem só faz o bem?” Este foi seu pensamento nos momentos finais de sua fé.

 

Seu raciocínio era simples: se o marido mudasse, ela viveria melhor.

 

Outra mulher rezou muito pedindo força e sabedoria para se transformar. Ela tinha um marido alcoólatra e sofria com isto.

 

Ela decidiu lutar para manter a família unida, mas sabia que para conseguir seu intento deveria aprender a não ser infeliz.

 

Esta outra mulher assumiu a responsabilidade de sua vida e de sua felicidade. Ao longo dos anos foi ganhando força, amadurecendo, aprendendo e desenvolvendo várias habilidades.

 

Ao invés de me preocupar, irei ofertar

 

Sou o responsável pela minha vida

 

Aceitar viver a vida intensamente

 

O marido continuou alcoólatra, mas ela estava cada vez mais evoluída. Tão evoluída que pouco sofria com o marido que tinha. Seus filhos tiveram nela o exemplo e a orientação sensata para crescerem sadios e trabalhadores.

 

Ela manteve sua fé. Seu pensamento era assim: “eu me ajudei, Deus me ajudou e juntos ajudamos minha família”.

 

Duas mulheres que partiram da mesma situação. Dois resultados muito diferentes.

 

Uma buscou culpados. A solução não vem dela, e sim de Deus e do marido. Ela não evoluiu, ficou do mesmo jeito por longos anos. Não enfrentou suas dificuldades, nem suas limitações e defeitos. Ela, assim como o marido, ficou paralisada.

 

A outra buscou a verdade: “todos têm que evoluir, vou assumir a responsabilidade pela minha vida e minha felicidade”. “Se eu evoluir em áreas nas quais nunca evoluí serei mais completa e, portanto, mais capaz de gerar minha felicidade”.

 

A evolução exige aprendizado. Aprendizado exige movimento, experimentação e descoberta. É por isto que amar é um verbo.

 

Observe esta pequena poesia escrita por mim:

 

“Enquanto o amor pulsar, algo bom acontecerá. Pois amar é verbo e verbo gera ação.

Enquanto houver amor haverá atitudes, haverá braços estendidos e sorrisos abertos.

Enquanto houver amor a destruição será contida. Pois onde o amor impera sempre haverá o renascer.

Amor é movimento, é o ideal para quem evolui, aprende e amadurece”.

Regis Mesquita

 

Ao abrir mão de evoluir, a primeira mulher paralisou o Fluxo da Vida. Desta forma, ela matou o renascer, o desabrochar, a descoberta e a emersão de uma vida de paz, realização e equilíbrio.

 

Regra um: o primeiro passo para mudar a realidade é mudar você mesmo. Se prepare para ser melhor e poder ofertar mais.

 

Regra dois: tente não depender de ninguém e nem de nada quando for produzir o bem e gerar virtudes.

 

Regra três: se possível trabalhe em equipe. Se não for possível escolha seguir o caminho que irá gerar os melhores frutos para o espírito que você é.

 

Regra quatro: respire fundo! Abandone os julgamentos e tenha bem estar!

 

 

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Leia: mensagens espirituais inspiradas nos ensinamentos do livro Nascer Várias Vezes

 

 

conhecer livro  nascer

Nascer Várias Vezes

 

Leia também:

 

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Para a consciência seguir a lógica do espírito é preciso treinamento

 

A evolução espiritual é facilitada quando se tem a completude

 

A família é o campo de provas para a evolução do espírito

 

Mentalização: ótima opção para descansar a mente e sair do negativismo

 

Mente clara, a mente que abraça o amor

 

 

 

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Benevolência ajuda a desenvolver o bem estar e a paz

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Aceitação: tempo para aprender com as situações da vida

 

evoluir

 

 

A menina tinha medo de inseto e borboleta. Um dos últimos lugares em que ela entraria tranquila seria em um borboletário. Mas, foi exatamente isto o que ela fez. Ela não sabia que haveria centenas de borboletas soltas, voando ao seu redor. Por isto, quando ela se deu conta da proximidade, já era tarde.

 

O medo e a insegurança roubaram dela todas as memórias agradáveis do passeio e transformaram seus momentos em pura tensão. Normalmente, ela sairia correndo com o “coração a mil”. Naquele dia foi diferente.

 

Havia uma situação nova: estar dentro de um borboletário. Existia uma situação antiga: medo de borboleta. A situação nova estava sendo destruída pela antiga. As pessoas agem assim a maior parte do tempo. Elas usam aprendizados e condicionamentos antigos para se distanciarem do presente. Distância: ela estava feliz e alegre com o passeio; com o medo, ela esqueceu esta parte de sua vida e focou somente o medo e o desejo de fugir.

 

Atenção: as pessoas estão muito acostumadas a usarem parte da sua mente para se distanciarem da situação nova que é o presente. É um processo de autoboicote. Elas nem percebem o que fazem; apenas deixam com que o passado destrua parte do presente.

 

Os novos aprendizados surgem das experiências do presente. É através das novas situações que podemos superar medos, traumas, ideias erradas ou incompletas, inseguranças, etc. Ao viver plenamente o presente, sem permitir que o passado o destrua, pode-se ter outras experiências e as superações das dificuldades. Foi isso que a criança fez no dia em que entrou no borboletário.

 

Viver o presente significa, entre outras coisas, viver a contradição de nossa mente. A menina queria sair correndo, mas resolveu ficar. Ela ficou, mesmo sentindo medo e insegurança. Ao mesmo tempo, ela se focou em outro objetivo: “vou ficar aqui para aprender”. Dentro dela existiam duas polaridades fortes (medo/fugir e ficar/aprender). Poderiam ser três lados ou mais. O presente é assim: sempre estimula vários lados de nossa mente ao mesmo tempo.

 

Em nossa mente sempre existem vários lados. Um “lado” quer emagrecer, mas outro quer comer. Um é preguiçoso e o outro quer fazer exercício. A mente é contraditória e confusa. Quando há o “viver no presente” estes lados se expressam ao mesmo tempo na mente.

 

Observação: a transformação positiva da mente PRECISA que a pessoa “viva no presente” para que estes VÁRIOS lados possam se expressar AO MESMO TEMPO na mente. Este processo é profundamente transformador.

 

Esta foi a escolha da criança. Ela aceitou sentir medo. Ela aceitou ter a experiência de ficar dentro do local focando na beleza das borboletas, no voo delas e no risco que sua mente lhe dizia que existia. Ela focou a realidade / presente. Ao focar, vários lados da sua mente apareceram (o medo, o encanto com a beleza, a vontade de estar ali, entre outros).

 

A todo momento perguntava para o pai: “elas não vão me machucar, não é?” O apoio do pai foi fundamental. Com seu estímulo ela se manteve vivendo no presente. (Observe que nesta situação o passado faz parte do presente, mas não o domina e nem destrói.)

 

É importante afirmar que em nenhum momento ela se refugiou em pensamentos. Nem nos negativos e nem nos positivos. Os dois são ruins, dificultam viver no presente. O pai poderia ter dito algo “motivador” e enganador: “você é forte e poderosa, nada vai te vencer”. Por um momento ela fugiria da realidade e ficaria aliviada. Mas, logo a autoenganação perderia sua força. Mentir e iludir não são boas soluções. Mentir e iludir impede que os vários lados da mente se manifestem simultaneamente.

 

O pai disse: “sinta o medo, mas também veja a beleza delas”. Disse também: “observe como o medo te dificulta ver o que é belo e legal”. O pai simplesmente transformava em palavras o que estava acontecendo no momento.

 

 

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Viver no presente transforma a mente das pessoas.

 

A aceitação é a base para a transformação. É a aceitação que permite focar no presente para que todos os lados da mente possam se expressar. Eu aceito que tenho medo, aceito que as borboletas são lindas, aceito que quero viver o medo e apreciar as borboletas, aceito que é assim que posso aprender algo, aceito que é assim que fortaleço minha mente, aceito que posso viver tudo isto AO MESMO TEMPO.

 

Viver a contradição que há dentro da nossa mente é importantíssimo para facilitar a transformação interior e a superação de traumas, condicionamentos e outros fatores limitantes.

 

A aceitação é uma forma de ampliar a experiência da vida. Foi o que a menina fez: ela manteve o medo e também a experiência de observar as borboletas. Fez duas coisas ao invés de uma: fugir. E o principal: aprendeu com a experiência vivida.

 

O objetivo da vida é a evolução. Para evoluir é necessário aprender e experimentar – isto acontece mais intensamente quando vivemos plenamente no presente. Uma das perguntas que você deve se fazer é: quais são meus desafios interiores para viver esta situação? Fugir não ensina nada. Ficar pode ensinar. A garota escolheu a possibilidade de aprender algo. Ela escolheu o melhor para ela e para sua evolução.

 

 

Gerando boas vibrações para dinamizar a vida

 

O lugar das perdas em uma vida boa

 

Esteja presente em suas ações e ganhe um presente da vida

 

 

Se ela saísse correndo, em 10 segundos poderia ter deixado o local. Com a aceitação ela teve mais de 10 minutos para ficar observando e interagindo com as borboletas. A aceitação significa mais tempo para aprender.

 

Exemplo real:

Um pai descobriu que a filha estava grávida. Viveu ao mesmo tempo a raiva, a tristeza e o amor. O neto nasceu e ele ajudou a criá-lo. Décadas depois o neto era um dos seus grandes amigos e orgulho. A aceitação da situação inicial permitiu que eles tivessem tempo para viverem juntos e assim o avô superou suas emoções iniciais.

 

Um pai cujo filho era homossexual disse que jamais aceitaria e que lutaria para tirá-lo desta situação. Ele confundia aceitar com concordar ou desistir do filho. Aceitar não é concordar e nem abandonar. Aceitar é viver a realidade de modo completo. O filho era homossexual, o pai sofria por não gostar desta opção sexual; ao mesmo tempo amava o filho, era seu amigo, tinha orgulho dele em outras áreas da vida. Aceitar é igual a dizer que o pai não precisava destruir tudo por causa da sexualidade. E foi o que aconteceu: ele continuou não gostando da opção sexual e voltou a conviver próximo do filho. Quanto mais o amava e era amigo do filho mais lhe doía a escolha do filho. Pai e filho tiveram mais tempo para processar as experiências da vida. Mas, o carinho entre eles foi recuperado.

 

 

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Aceitação é uma postura interior que pode ser comparada com um silêncio. Uma das suas qualidades está descrita no conto abaixo.

 

Perguntaram a um sábio: “cite uma das mais importantes habilidades que você desenvolveu para alcançar a felicidade”.

 

Ele respondeu: “antes de cada atitude eu silencio minha mente. Nestes momentos de silêncio interior, eu esqueço toda a lógica que me obrigava a tomar aquela atitude. Quando retorno é comum descobrir que nada do que iria fazer tinha real importância ou me faria bem.”

 

O sábio ensinou que não podemos ficar escravos de nossas cadeias de pensamentos e sentimentos. Nossas imaturidades, condicionamentos, vícios e má avaliações nos levam a construir uma vida com muito menos satisfação, eficiência e realização.

 

A aceitação é como este silêncio interior. Aos poucos, as cadeias de pensamentos e sentimentos vão se enfraquecendo, permitindo a transformação da pessoa. O começo do processo é viver todos os “lados da mente”, o final é o enfraquecimento deles e a transformação pessoal.

 

Depois de 10 minutos observando as borboletas e conversando com seu pai, a menina começou a expressar outras áreas da mente. Ela ficou encantada, interessada, motivada, energizada; eram sintomas de suas mudanças interiores. Ela não seria mais a mesma. Ela aprendeu a gerar o novo dentro dela. Este modelo existe para todos; permitir que da contradição apareça o novo e o aprendizado. Junto do aprendizado vem a mudança que emana do interior de cada um.

 

Este modelo de transformação deve ser usado por todos. Te convido a usá-lo sempre que você tiver um desafio na sua vida. Treine nos desafios pequenos para ser mais fácil usá-lo nos grandes desafios.

 

Aproveite as dicas do texto, use-as para praticar. A prática é o mais importante.

 

A aceitação da realidade é o início. É o tempo necessário para que tudo possa se transformar e o aprendizado chegar.

 

Autor: Regis Mesquita

 

 

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Mensagens e Exercícios Espirituais, Vídeos, Textos, Orações, Mentalizações, etc.

Enfim, tudo o que você precisa para desenvolver sua espiritualidade no dia a dia.

 

 

Dica de estudo:

 

os textos do blog Caminho Nobre devem ser lidos pelo menos quatro vezes.

Mais vale ler várias vezes um texto, do que ler rapidamente vários textos.

O aprendizado e o entendimento acontecem à medida que você estuda e memoriza os ensinamentos.

Depois, pratique-os com perseverança.

 

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O que somos muda nosso cérebro 

 

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O pior da crise é passar por ela e não aprender nada. Regis Mesquita

 

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