Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?

 

 

Por Regis Mesquita

 

Suponhamos que você esteja em um “beco sem saída”. Pensa, pensa e não encontra solução. Está na hora de inovar, fazer algo que você nunca fez. Está na hora de arriscar.

 

Observe: quando existe uma grande insatisfação é comum buscar o diferente, buscar a primeira vez. A vida está tão ruim que é necessário focar em algo novo para manter a esperança de que algo possa melhorar.

 

E quando a pessoa está plenamente satisfeita? Ela larga o que é bom e lhe satisfaz? Ela busca o novo e abandona o que é bom?

 

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Para a consciência seguir a lógica do espírito é preciso treinamento

 

Teu progresso espiritual te trará bem estar

 

 

Por Regis Mesquita

 

O ego tem uma lógica, o espírito tem outra. A maior parte das pessoas tem dificuldade de entender a lógica do espírito porque usa a lógica do ego nesta avaliação, o que é inadequado.

 

Frases de Jesus, como dar a outra face caso seja vítima de violência (veja aqui), parecem coisa de masoquista, se forem avaliadas pela lógica do ego. Mas, a lógica do espírito sabe que é de grande sabedoria e somente os que se fortalecerem conseguirão colocá-la em prática.

 

A diferença começa com o fato do ego sempre precisar se sentir no controle. Esta necessidade é tão forte, que costumeiramente (para ter a sensação de controle) o ego prefere se iludir, se enganar, criar falsas crenças.

 

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Gerando boas vibrações para dinamizar a vida

 

Você possui grandes recursos no seu interior. Confie em você.

 

 

Por Regis Mesquita

 

Um dos preceitos mais importantes da Educação do Espírito é que todas as pessoas devem facilitar a comunicação entre o inconsciente e a consciência. Traduzindo: a consciência pode se “fechar” e não “escutar” nada além dela mesma ou pode se abrir e prestar atenção ao que chega até ela. A consciência deve ser expandida. Assim, ela torna-se mais aberta para perceber informações, vibrações e outros estímulos que tem sua origem no plano espiritual, no inconsciente da pessoa ou em vibrações sutis presente no ambiente. Mais

Corrigir erros, método certeiro para fortalecer a mente e ampliar a consciência

 

Ninguém aprende errando, aprende ao corrigir os erros

 

 

Ao longo de cada dia decidimos centenas de vezes. Na imensa maioria das vezes são pequenas decisões. É através destas pequenas decisões que reforçamos os modelos mentais que organizam a SEQUÊNCIA com que os pensamentos aparecem em nossa mente.

 

Exemplo:

“No Afeganistão, uma mulher decente jamais deixaria um homem ver seus calcanhares.  A roupa que ela usa é um costume social. Aceitando este costume ela repete e reforça um comportamento” (leia mais aqui). Observe que a decisão começa com um pensamento (ser decente), depois vem outro (não quero passar vergonha), depois outro…  Ela decidiu usar as roupas (burka) porque as sequências de pensamentos em sua mente a INDUZIRAM a esta decisão. Com o tempo, estas sequências de pensamentos ( junto com sentimentos e sensações) vão se transformando em padrões que sempre se repetem e criam um modelo de funcionamento mental.

 

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Autossabotagem: Fernando Pessoa descreve como a autossabotagem dirige a vida da imensa maioria das pessoas

 

 

 

Por Regis Mesquita

 

Os poetas são fantásticos, conseguem tornar claro o que é confuso. Ao ler o poema “Em Linha Reta” de Fernando Pessoa as pessoas tem a oportunidade de pensar: eu estou fazendo isto comigo? Qual o preço que pago por esta escolha?

 

Poucos identificarão como autossabotagem o que é descrito no poema. Mas, o preço que pagam por esta atitude é sabotar a própria qualidade de vida.

 

É difícil encontrar alguém que diz explicitamente: eu me autossaboto. Uma das características da autossabotagem é fazer a pessoa acreditar (mesmo que momentaneamente) que está levando vantagem ao agir contra si mesma.

 

Leia o poema “Em Linha Reta”, depois explico melhor:

 

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

 

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

 

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…

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Lei da Oferta e exercícios para se desidentificar do ego

 

desapego senhor

 

 

Por Regis Mesquita

 

Recomendo que primeiro você leia um pequeno texto do Kahlil Gibran que está aqui.

 

Kahlil Gibran foi escritor e filósofo, um espírito abençoado que habitou a Terra. No texto ele explicita uma das leis mais importantes da vida: a Lei de Oferta.

 

Esta é uma das leis mais fantásticas, entre todas as que regem o Universo. Ela diz assim: é muito mais difícil deixar de ofertar do que ofertar. Esta dificuldade (deixar de ofertar) torna-se cada vez mais forte à medida que o espírito evolui.

 

Vou usar uma analogia para explicar-lhes. Se uma goiabeira se nutrir adequadamente, basta ela seguir seu código genético e ela frutificará na época certa. Se ela quiser se bloquear, ela terá que fazer um esforço muito maior. Ou seja, para ofertar os frutos ela tem apenas que seguir a sua natureza. Para NÃO ofertar seus frutos ela tem que gastar mais energia para NÃO ser ela mesma. Provavelmente terá que se alimentar muito mal, gerando sofrimento, doenças, “sentimentos negativos”.

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O lugar das perdas em uma vida boa

 

 

Torne-se forte. Não espere piedade de quem cultiva erros e maldades

 

 

Olha que interessante este email:

 

“Emprestei trezentos reais para um amigo. Quis ser generoso e camarada com ele. Quase deu certo! Só faltou ele me pagar. Depois que recebeu o dinheiro, ele mudou comigo. Se distanciou e aproveitou do menor problema para brigar comigo. Desta forma, arranjou uma desculpa para não me pagar. A amizade acabou e eu fiquei sem meu dinheiro.

 

Me sinto frustrado, me sinto enganado e me sinto sacaneado. Ele ganhou e eu perdi. Além do dinheiro, perdi muitos momentos sentindo raiva e bolando uma forma de me vingar. Ou seja, meus pensamentos voltam a todo momento para a situação. Realmente, é muito difícil perder!

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Vergonha – como superar este sentimento quase inútil no adulto? (o fator mínimo)

O sábio se fortalece através das feridas que surgem em sua alma. Ele tem força interior porque não fugiu da luta e nem se iludiu. Regis Mesquita

 

 

A vergonha é muito importante na infância, ela é fundamental para o amadurecimento da personalidade. Este sentimento obriga a criança a direcionar sua atenção para o meio social, pois nesta idade é importantíssimo aprender e se adaptar às regras sociais.

 

Vergonha, inicialmente, é vergonha dos outros, do que os outros vão pensar ou falar. Vergonha do julgamento dos outros. É uma relação entre o eu e os outros. Quando os valores sociais já estão aprendidos e “dentro” da pessoa (introjetados), a vergonha também será de si mesmo. Portanto, a vergonha serve, na infância, para estimular a adaptação aos valores sociais.

 

Exemplo: um garoto chegou para o pai e pediu uma nova mochila. Ele tinha a mochila do Homem Aranha, o que estava fazendo-o passar vergonha. O homem aranha era considerado um personagem de criancinhas e ele queria demarcar que já era pré-adolescente. A vergonha tornou mais forte o sentimento de inadequação do personagem com a nova identidade que ele queria criar. É como se ele dissesse: morro de vergonha de alguém me considerar uma criancinha. Esta vergonha o estimulava a ter comportamentos e interesses diferentes, para se adequar ao que socialmente se espera de um pré-adolescente.

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