Sou o tipo de pessoa que vê beleza nas coisas mais simples e felicidade nas coisas mais bobas

 

 

 

 

Sou o tipo de pessoa que vê beleza nas coisas mais simples e felicidade nas coisas mais bobas.

 

Quando a pessoa consegue valorizar o que existe, ela se foca no presente. Este é um dos grandes segredos da satisfação e da simplicidade. Portanto, não desperdice sua vida correndo atrás de ilusões e desprezando o que é real.

 

Tenha metas, tenha objetivos. Mas, se apegue ao presente porque é nele que se constrói um futuro bom. O presente é um momento pequeno e sagrado; quem acolher o que existe nele viverá melhor. Portanto, o primeiro passo é prestar atenção e valorizar este momento. O segundo passo é aproveitar as oportunidades. Exemplo: o estudante que aproveita o presente para estudar aprende mais e aumenta sua autoestima.

 
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Corrigir erros, método certeiro para fortalecer a mente e ampliar a consciência

 

Ninguém aprende errando, aprende ao corrigir os erros

 

 

Ao longo de cada dia decidimos centenas de vezes. Na imensa maioria das vezes são pequenas decisões. É através destas pequenas decisões que reforçamos os modelos mentais que organizam a SEQUÊNCIA com que os pensamentos aparecem em nossa mente.

 

Exemplo:

“No Afeganistão, uma mulher decente jamais deixaria um homem ver seus calcanhares.  A roupa que ela usa é um costume social. Aceitando este costume ela repete e reforça um comportamento” (leia mais aqui). Observe que a decisão começa com um pensamento (ser decente), depois vem outro (não quero passar vergonha), depois outro…  Ela decidiu usar as roupas (burka) porque as sequências de pensamentos em sua mente a INDUZIRAM a esta decisão. Com o tempo, estas sequências de pensamentos ( junto com sentimentos e sensações) vão se transformando em padrões que sempre se repetem e criam um modelo de funcionamento mental.

 

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Autossabotagem: Fernando Pessoa descreve como a autossabotagem dirige a vida da imensa maioria das pessoas

 

 

 

Por Regis Mesquita

 

Os poetas são fantásticos, conseguem tornar claro o que é confuso. Ao ler o poema “Em Linha Reta” de Fernando Pessoa as pessoas tem a oportunidade de pensar: eu estou fazendo isto comigo? Qual o preço que pago por esta escolha?

 

Poucos identificarão como autossabotagem o que é descrito no poema. Mas, o preço que pagam por esta atitude é sabotar a própria qualidade de vida.

 

É difícil encontrar alguém que diz explicitamente: eu me autossaboto. Uma das características da autossabotagem é fazer a pessoa acreditar (mesmo que momentaneamente) que está levando vantagem ao agir contra si mesma.

 

Leia o poema “Em Linha Reta”, depois explico melhor:

 

“Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

 

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

 

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…

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A arte de aumentar o próprio sofrimento

 

Todo aprendizado gera facilidades

 

 

No mundo há muito sofrimento porque boa parte das pessoas aumenta os próprios sofrimentos.

 

Vou descrever para vocês uma forma extremamente comum de ampliar o próprio sofrimento.

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Eu percebo o bem que me fazem

 

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“Eu percebo o bem que me fazem.

 

Eu observo quem trabalha para propiciar o que sou e como vivo.

 

Não esquecerei deles.

 
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Focar o presente e a simplicidade para amplificar a satisfação

 

 

 

Por Regis Mesquita

 

São nos momentos mais simples da vida que encontramos bons exemplos para explicar grandes verdades.

 

O sujeito foi tomar um café especial; um café caro e saboroso que raramente se dispunha a pagar o preço.

 

Naquele dia ele resolveu pagar caro e sentou para tomar o café especial. Sua mente, a mente reativa, estava condicionada a fugir da realidade para as fantasias e se fixar nos desejos e nos problemas. Basicamente, sua mente não estava presente enquanto ele tomava o café.

 

Com a mente focando outro lugar que não o ato de tomar o café, ele praticamente não sentia o gosto do café.

 

Essa pobreza mental continuou até a metade do copo de café. Nesse momento algo aconteceu que o tirou da fantasia mental e o trouxe de volta para a realidade do café caro que havia escolhido tomar.

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Um bom exemplo da diferença entre a Mente Neutra e a Mente Reativa

 

Se você me conheceu no passado, não me conhece mais. Estou cada dia melhor.

 

 

Por Regis Mesquita

 

A mente da maior parte dos brasileiros está condicionada, quando o assunto é política. Quando ouvem a palavra “político” imediatamente pensam em corrupção, safadezas e outros adjetivos negativos. São muitas as informações negativas sobre a classe política. Existe, portanto, bons indícios para ter desconfiança de qualquer político. Desta forma, as crenças são formadas e são reforçadas.

 

Mas, mesmo com o histórico negativo, existe um momento em que estas crenças devem ser questionadas e não podem dominar a mente da pessoa. É o momento da realidade.  Observe este caso: o que acontece quando os brasileiros recebem a informação de que o patrimônio de um deputado aumentou 270%, em 4 anos?

 

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Aceitar viver a vida intensamente

 

Quem desperdiça as oportunidades não pode reclamar de ter uma vida difícil.

 

 

Uma mulher me escreve e conta que terá que fazer exames médicos, pois está com suspeita de ter câncer. Desde que teve a notícia ela “travou” e não consegue fazer os exames. Ela me pergunta como superar o medo.

 

Esta mulher provavelmente passou grande parte da vida evitando ter experiências intensas. Portanto, sua mente não está preparada para lidar com o stress que é a possibilidade de ter uma doença grave. Ela perdeu as boas oportunidades de ter uma vida intensa, agora terá que enfrentar o desafio da intensidade em uma situação ruim.

 

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